segunda-feira, 26 de abril de 2021

Circulação do Espetáculo de Dança Quebra Cabeça

Aconteceu nesse final de semana (23 e 24), na Casa do Hip Hop de Criciúma, e nas escolas Municipais: Linus João Rech e Hercílio Amante, ação que faz parte do projeto Quebra Cabeça, que foi aprovado pela Lei Aldir Blanc n°14.017 em edital da Fundação Cultural de Criciúma (FCC).

Foi transmitido por meio de datashow o Espetáculo Quebra Cabeça, do Grupo de Danças Urbanas Mult Style, onde apresentou releitura da coreografia de 2002, do Grupo União Dança de Rua da Unesc – Universidade do Extremo Sul Catarinense.

Segundo Paula Gregório Gonçalves, proponente do projeto e membro da ASDC – Associação Dança Criciúma “A pesquisa corporal e musical aborda três temáticas: violência doméstica, urbana e o bullying. A interpretação coreográfica do elenco tem como objetivo, conscientizar sobre a necessidade de juntar as peças desse Quebra Cabeça social”, destaca

Sala de Dança - Casa do Hip Hop de Criciúma

Escola Municipal Hercílio Amante 

Escola Municipal Linus João Rech


Ficha Técnica:

Proponente e Coreógrafa: Paula Gregório Gonçalves

Concepção Artística: Aluísio Gustavo Rocha

Produção: Maxwell Sandeer Flor

Ensaiador: Claudson Corrêa dos Santos

Iluminação e Sonoplastia: Josué Demetrio

Figurinista: Tiago Fernandes Laurindo

Fotografia: Nelson Francisco Nascimento Neto

Filmagens e Edição: Marciano Alves


Projeto foi viabilizado por meio da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc (Lei n° 14 017/2020) no município de Criciúma. Conta com apoio da Fundação Cultural de Criciúma, Prefeitura Municipal de Criciúma e do COMCCRI – Conselho Municipal de políticas Culturais de Criciúma.

 

Parceria: ASDC – Associação Dança Criciúma.

Workshop de Jazz na Casa do Hip Hop de Criciúma

 

Aconteceu nesse final de semana (24 e 25), na Casa do Hip Hop de Criciúma, o Workshop de Jazz, ação que faz parte do projeto Mostra Coreográfica: Culture Soul Escola de Dança, que foi aprovado pela Lei Aldir Blanc n°14.017 em edital da Fundação Cultural de Criciúma (FCC).

As aulas foram gratuitas voltadas para o público infantil. Para Hellen Barros Manenti, proponente do projeto e membro da ASDC - Associação Dança Criciúma: “Foi trabalhada no Workshop a expressão corporal, fundamentos do Jazz, aquecimentos, alongamentos, movimentações do corpo e giros e a expressão lírica, com movimentos amplos, sentimentais e envolventes”, relata.

Foto: Andressa Borges Gomes Flor

Foto: Andressa Borges Gomes Flor

Vídeos Coreográficos de Jazz

Além do Workshop, o projeto Mostra Coreográfica também produziu nove coreografias gravadas em um audiovisual que envolveu 24 pessoas. As danças estarão disponíveis a partir de amanhã (27) às 12h, no canal do YouTube da escola de dança: https://youtube.com/channel/UCnglzVMedqn4nYeYqucyhaA.

As gravações das coreografias foram registradas nos Parques Municipais: do Imigrante, das Nações Cincinato Naspolini e Prefeito Altair Guidi.

O projeto foi aprovado na categoria de quatro pessoas ou mais, sendo contemplado no valor de 22 mil reais. A ação foi uma das 84 aprovadas pela lei federal de emergência cultural “Esse valor foi importante para ajustar todo o prejuízo que estamos tendo em meio a pandemia. Também foi importante para atendermos o lado social, com crianças que não tem tanto acesso à cultura. Além disso, também foi um apoio para continuarmos a coreografar” relata Hellen.




segunda-feira, 29 de março de 2021

Moção de Aplauso para FCC

 

A Setorial Dança Criciúma e Associação Dança Criciúma (ASDC), vêm publicar MOÇÃO DE APLAUSO para Fundação Cultural de Criciúma – FCC, com referência a nova Gestão da FCC. Nossa manifestação pública destaca à escolha da Presidência Zalmir Casagrande (Ex-presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Criciúma), além da contratação dos Técnicos Clairton Rosado (Diretor de Cultura) e da Fernanda Crotti Biava (Coordenadora de Patrimônio Cultural), colaborando com “Agenda da Cultura” do COMCCRI – Conselho Municipal de políticas Culturais de Criciúma.

Por acreditar que nosso Município é um grande potencial cultural, e que nesse momento merece nossa consideração e os nossos sinceros agradecimentos pelo novo rumo da Fundação Cultural de Criciúma. Do teor, temos ciência desta propositura para instituição homenageada.

Setorial Dança Criciúma e Associação Dança Criciúma (ASDC).

Criciúma 29 de março de 2021.






terça-feira, 23 de março de 2021

Qual a Frase que Mudou sua Relação com a Dança?

 “De onde eu venho, se você chamar isso que você faz de Hip Hop, você corre o risco de ser esfaqueado” – Brian “Footwork” Green.

A minha frase veio de uma história que eu já contei várias vezes. Mas, que é tão potente e importante para mim que nunca me canso de contar. Aqui vai de novo: lá por volta de 2006 eu estava em Curitiba com a Tati Sanchis. Estávamos lá para trabalhar e para estudar. Era um evento de Fitness com um bloco dedicado à dança dentro das academias de ginástica. E muita gente boa da dança mundial estava lá para gerar experiências nesse setor dançante, incluindo este que vos escreve, minha digníssima companheira e um cara chamado Brian Green.

Foto: Dropbox Henrique Bianchini

Até hoje o considero um dos maiores dançarinos que a contemporaneidade pode apreciar. Um dos corpos mais inteligentes e carregados de ancestralidade que já presenciei. E, se hoje o tenho sob tão alta estima, naquela época, em que tudo ainda era muito novo para mim, era quase como se eu estivesse na presença de uma entidade cósmica. Um Deus da dança. Pois dei minha aula (coreográfica, é claro, pois até então eu sabia ainda menos do que sei hoje sobre o professor que queria ser) dentro do módulo de “dança para academia de ginástica” no evento de Fitness.

Uma coisa qualquer feita de danças sociais mal executadas em um corpo que só queria estar certo. E Brian Green entrou na sala. Enquanto eu fazia uns waves e vibrations involuntários ao perceber a presença dele, ele assistiu. Por cerca de 30 segundos. Trinta fucking segundos depois ele virou as costas e se retirou da sala. Acabou a aula. Eu saí da sala. Ele estava lá fora. Fui me apresentar. Pronto. Veio a frase. Eu decidi parar de dançar naquela mesma hora.

Para mim chega!  Se o que eu mais queria era estar certo, agora um ídolo não apenas me disse que eu estava errado, mas me disse em uma frase que continha a palavra “esfaqueado”. Estava ruim mesmo. Mas o que realmente aconteceu foi que depois de uma boa noite de sono e um pouco de lágrimas, eu acordei puto. E com a certeza do que queria fazer: Estudar esse “caraio” dessa dança até entender de verdade o que ela é. Pronto. Morreu um dançarino presunçoso. Nasceu um pesquisador cauteloso.

Obrigado, Brian Green.

Texto de Henrique Bianchini (22/03/2021).


Imagem: Facebook Henrique Bianchini





quinta-feira, 11 de março de 2021

Cabeça de Porco - Coletivo Flor e ser

 

O espetáculo de dança "Cabeça de Porco" é fundamentado no livro fruto de uma parceria entre MV Bill (Rapper), Luiz Eduardo Soares (Antropólogo) e Celso Athayde (Produtor Cultural). Ontem (10/03) estreou no Canal do YouTube da ASDC o vídeo da “Mediação Cultural” sobre o processo artístico Espetáculo Cabeça de Porco, do Coletivo Flor e ser.

Segundo Manoel Antonio Flor Júnior (Maneka Flor) “Cabeça de Porco significa "habitação coletiva de pessoas de classe pobre". Hoje possível acrescentar o termo "favela". No livro percebe-se que tal signo é usado para designar não só o local, mas também a boca de fumo, lugar onde acontece a economia do tráfico de drogas prevalecendo muitas vezes os jovens como intermediários/piões por falta de opção do labirinto social”, salienta. 

                                                                        Foto: Andressa Borges Gomes Flor

Ficha Técnica:

Mediação Cultural: Manoel Antonio Flor Júnior (Maneka Flor)

Concepção Artística: Maxwell Sandeer Flor

Bailarino Intérprete: Manoel Antonio Flor Júnior (Maneka Flor)

Produção Audiovisual: William Otavio Batista Comim (Cal Will)

Trilha Sonora: Cal Will (SLF Records)

Local de Captação de Imagem: ASDC - Associação Dança Criciúma

Projeto "Coletivo Flor e ser: Manutenção de Espaço Cultural". Proponente: Manoel Antonio Flor Júnior (Maneka Flor). Proposta contemplada pelo EDITAL Fundação Cultural de Criciúma nº 002/2020 Edital de premiação de projetos artísticos e culturais da cidade de Criciúma, apoiados com recursos emergenciais da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc (Lei nº 14.017/2020).

Link de acesso ao audiovisual:

https://www.youtube.com/watch?v=GR4aIlXzvio

quarta-feira, 27 de janeiro de 2021

Projetos contemplados pela Lei Aldir Blanc já estão em desenvolvimento em Criciúma


 Fundação Cultural de Criciúma


Data: 26/01/2021 - Escrito por: Letícia Ortolan - Imagem: Divulgação/Decom

Projetos contemplados pela Lei Aldir Blanc já estão em desenvolvimento em Criciúma

No total, 420 pessoas foram beneficiadas diretamente, divididas em 84 grupos, um investimento de mais de R$ 1,4 milhão



Mais de 10 projetos contemplados pela Lei Aldir Blanc em Criciúma já estão sendo desenvolvidos. A medida garantiu uma renda emergencial aos profissionais do setor cultural, bem como manutenção dos espaços culturais brasileiros durante a pandemia do Covid-19. No total, 420 pessoas foram beneficiadas diretamente, divididas em 84 grupos, um investimento de mais de R$ 1,4 milhão. Entre eles, está a roda de capoeira, coordenada por Filipe Alexandre Creaste e Edivan Melo da Rosa (Pandeiro), que está acontecendo aos sábados, das 14h às 16h, na Casa Hip Hop, bairro Paraíso.

O projeto da roda é composto por um grupo intitulado Capoeira Beribazu, que existe desde 1972 e conta com crianças e adolescentes de 7 a 14 anos. As aulas iniciaram em janeiro e terão duração de três meses. Para aqueles que têm interesse em participar, as inscrições podem ser feitas na Fundação Cultural ou na própria Casa Hip Hop. “A capoeira pode mudar a vida desses jovens, ela ensina, educa e inspira com a sua musicalidade instrumento. Também destaca a dignidade e cidadania de cada um, possui toda uma história da sua origem e seus ancestrais”, destacou Creaste.

O Projeto Trem, é outro exemplo. Ele faz parte da Associação Dança Criciúma (ASDC). Trata-se de oficinas de Danças Urbanas, sendo duas na Casa do Hip Hop, uma na Sede da Associação Dança Criciúma, no Bairro Vila Zuleima, e uma no Centro de Treinamento UDR Crew, no Bairro Imperatriz. As aulas têm duração de uma hora e são realizadas semanalmente. “Acesso cultural faz parte da cidadania. Esse edital proporcionou melhorias aos espaços culturais nas comunidades e impacta diretamente as pessoas que utilizam esses equipamentos”, destacou o presidente da ASDC, Maxwell Sandeer Flor.

Os projetos devem ser concluídos até o dia 30 de março, mas de acordo com o diretor de Turismo da Fundação Cultural, Ismail Ahmad Ismail, pode ser prorrogado por mais 30 dias. “Esse recurso veio na hora certa para a classe artística e cultural que estava comprometida em 2020, tivemos um engajamento significativo para cumprir com os prazos dos pagamentos e estamos fazendo uma mobilização nacional para a lei se repetir neste ano”, destacou.

Oficinas de Danças Urbanas

- Oficina de Breaking (Base)


Ministrante: Edivilson Rosa Teodoro – Bboy Japa

Local: Casa do Hip Hop de Criciúma

Dia e hora: Quinta, às 18h

- Oficina de Breaking (Fundamento e Identidade)


Ministrante: André Tavares

Local: Casa do Hip Hop de Criciúma

Dia e hora: Quinta, às 19h

- Oficina de Breaking (Técnicas de Treinamento)


Ministrante: Maykon Silveira da Rosa – Bboy M 12

Local: Centro de Treinamento UDR Crew

Dia e hora: Quinta, às 20h

- Oficina de Hip Hop Dance (Técnicas e Fundamentos)


Ministrante: Manoel Antonio Flor Júnior – Maneka Flor

Local: Sede da Associação Dança Criciúma - ASDC

Dia e hora: Terça, às 19h

 

Matéria Completa: https://www.criciuma.sc.gov.br/site/noticiaUnica.php?noticia/projetos-contemplados-pela-lei-aldir-blanc-ja-estao-em-desenvolvimento-em-criciuma/15448#conteudo



segunda-feira, 18 de janeiro de 2021

Projeto TREM - Oficinas de Danças Urbanas nas Comunidades


Semana passada iniciou Oficinas de Danças Urbanas nas Comunidades pelo Projeto TREM, da ASDC – Associação Dança Criciúma. A proposta foi aprovada pelo EDITAL nº 002/2020 da Fundação Cultural de Criciúma - FCC,  edital de premiação de projetos artísticos e culturais da cidade de Criciúma, apoiados com recursos emergenciais da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc (Lei nº 14.017/2020).

Segundo o Presidente da ASDC – Associação Dança Criciúma, Maxwell Sandeer Flor “A proposta contemplou quatro Oficinas de “Danças Urbanas”, sendo duas na Casa do Hip Hop de Criciúma, localizada no Bairro Paraíso, uma na Sede da Associação Dança Criciúma, no Bairro Vila Zuleima e uma no Centro de Treinamento UDR Crew, no Bairro Imperatriz. As Oficinas de Danças Urbanas terão duração de uma hora e serão realizadas semanalmente”, destaca.

Para o Diretor da Casa do Hip Hop de Criciúma e Oficineiro do Projeto TREM, André Tavares de Souza “A parceria entre as instituições é sempre bem vinda, vamos ampliar os trabalhos e atender a comunidade, pois todas as oficinas são abertas e gratuitas para todos os públicos”, finaliza.


Sobre as Oficinas


Oficina de Breaking (Base)

Ministrante: Edivilson Rosa Teodoro – Bboy Japa

Local: Casa do Hip Hop de Criciúma

Dia e hora: Quinta, às 18h

 

Oficina de Breaking (Fundamento e Identidade)

Ministrante: André Tavares

Local: Casa do Hip Hop de Criciúma

Dia e hora: Quinta, às 19h


Oficina de Breaking (Técnicas de Treinamento)

Ministrante: Maykon Silveira da Rosa – Bboy M 12

Local: Centro de Treinamento UDR Crew

Dia e hora: Quinta, às 20h


Oficina de Hip Hop Dance (Técnicas e Fundamentos)

Ministrante: Manoel Antonio Flor Júnior – Maneka Flor

Local: Sede da Associação Dança Criciúma - ASDC

Dia e hora: Terça, às 19h

 

Sobre os Oficineiros / Professores de Dança

 

Edivilson Rosa Teodoro – Bboy Japa

Artista da Dança (Breaking) há 14 anos; Foi Dançarino do Grupo União Dança de Rua da Unesc e bboy pioneiro do Grupo UDR Crew, ainda ativo com Sede de Treinamento próprio. Voluntário do Projeto TREM como performer, da Associação Dança Criciúma (2019). Oficineiro do Projeto Duplo Balanço contemplado pelo Edital Elisabete Anderle e Cultura Criciúma 2019; Dançarino e ensaiador do Projeto “Comunidade Breaking” projeto contemplado pelo Edital Cultura Criciúma 2019.

 

André Tavares de Souza – Bboy André Tavares

Artista da Dança (Breaking) há 14 anos; Presidente atual da Casa do Hip Hop de Criciúma - Gestão 2020-2021; Membro e Conselheiro Fiscal da ASDC (Associação Dança Criciúma); Membro Aprodança com Registro Nº R-0156; Representante dos grupos de Breaking: Floor Riders de DF e UDR Crew de Criciúma; Produtor Cultural do Duplo Balanço (Projeto contemplado no Edital Cultura Criciúma 2019 e Edital Elisabete Anderle 2019). Proponente do projeto contemplado pelo Edital Cultura Criciúma 2020 "Arte, Breaking e Identidade".

 

Maykon Silveira da Rosa – Bboy M 12

Artista da Dança (Breaking) há 15 anos; Oficineiro de Breaking no Espaço Alternativo; 1° Lugar Batalha de Breaking do Espaço Alternativo; Multiplicando Talentos (Colégio CEDUP); Fundador do Grupo UDR Crew, ainda ativo com Sede de Treinamento próprio; Idealizador do centro de Treinamento UDR Crew; 3° Lugar Batalha do Underground; 2° Lugar Batalha do Duplo Balanço; Organizador do Underground Batlhe Bboys; 1° Lugar Seven To Smoke do Festival Criciumense de Hip Hop; Oficineiro de Breaking do Centro Cultural de Forquilhinha; Oficineiro do Projeto TREM da Associação Dança Criciúma; Palestrante e Oficineiro do Projeto Duplo Balanço contemplado pelo Edital Elisabete Anderle e Cultura Criciúma 2019; Direção artística e proponente do Projeto “Comunidade Breaking” projeto contemplado pelo Edital Cultura Criciúma 2019.

 

Manoel Antonio Flor Júnior – Maneka Flor

Artista da Dança, pioneiro da Danças Urbanas de Criciúma, membro da ASDC e do Coletivo Flor e Ser. Trabalhei como Instrutor de Danças Urbanas em algumas escolas municipais pelo Projeto TREM da ASDC, CRAS e na Multiplicando Talentos. Ministro oficinas e worshops desde 2005 tanto em Criciúma como em outros municípios. Participo freqüentemente de campeonatos de dança em Santa Catarina e Rio Grande do Sul, onde muitas vezes fui premiado em 1° lugar, como por exemplo, os eventos de batalha: Duplo Balanço (SC); MultFlow (SC) e Summer Class (RS), além de muitos outros. Fui coreografo do grupo Multáveis Crew, Ektho Crew e União Dança de Rua (UDR). Proponente e ministrante de vídeo-aula pelo projeto “Tutorial Hip Hop Dance” contemplado pelo Edital Cultura Criciúma 2020.

                                                           Foto: M 12 - Japa - André Tavares

Colaboração: Andressa Borges Flor (Comunicação Digital)