quinta-feira, 10 de outubro de 2019

Dançarino de Criciúma se Destaca na Batalha Solidária

Neste final de semana o dançarino Manoel Antonio Flor Júnior (Maneka), se destacou na Batalha Solidária, em Porto Alegre/RS. Na modalidade All Style 3 x 3, Maneka Flor, Rubens Tavares e Elias Júnior, ficaram em 1° Lugar, e na modalidade Hip Hop Dance 1 x 1, o criciumense ficou em 3° Lugar. 

Segundo dançarino que faz parte da ASDC, Maneka Flor "O evento cultural agregou para a região, pois vários dançarinos saíram de sua cidade para colaborar com a causa, ganha a cultura hip hop, e ganha a causa social", destaca. 


Maneka Flor com os Jurados 

Premiações  


Colaboração: Maxwell Sandeer Flor (Presidente da ASDC)

quarta-feira, 9 de outubro de 2019

Moção de Preocupação sobre as Exonerações da FUNARTE – ASDC

A Associação Dança Criciúma (ASDC), manifesta-se com preocupação com o fato da exoneração dos 19 servidores da FUNARTE realizada através do DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO, Publicado em 04/10/2019 (Edição: 193 | Seção: 2 | Página: 7 Órgão: Ministério da Cidadania/Gabinete do Ministro - PORTARIAS DE 3 DE OUTUBRO DE 2019 do dia 04/10/2019).  Apoiamos da Carta de Repúdio as Exonerações na FUNARTE, emitido hoje (07/10/2019) pela Associação Nacional de Pesquisadores em Dança (ANDA), destacando que os servidores exonerados são pessoas essenciais à memória da instituição e possuem competência e formação para atuar na gestão pública das Artes, tarefa nada fácil, aspectos que não foram considerados neste ato do governo. “A exoneração em massa desarticula a FUNARTE e reiteramos a notória contribuição desses servidores para o campo das Artes Brasileiras. Solicitamos esclarecimentos sobre o ato administrativo de exoneração destes 19 servidores da FUNARTE e as controvérsias nas declarações públicas de Roberto Alvim a favor do conservadorismo na cultura e de entregar teatros a grupos religiosos.”  ASDC, assim como APRODANÇA – Associação profissionais de Dança de Santa Catarina entendem que, para dar conta de suas atribuições, com a devida qualidade e retorno à sociedade brasileira, a FUNARTE deve ter como prioridade a atenção aos atributos técnicos e de gestão necessários para uma governança sólida e compromissada com uma política de estado eficiente e de continuidade, por esta razão nos preocupamos pela exoneração e substituição dos 19 servidores da FUNARTE.

Diretoria da ASDC – 08/10/2019


quarta-feira, 2 de outubro de 2019

ATA 2° FÓRUM REGIONAL DANÇA SUL SC


Foi realizado no dia cinco de setembro de dois mil e dezenove, às dezenove horas a segunda edição do Fórum Regional Dança Sul Santa Catarina, que objetivou articular com as demais instâncias colegiadas territoriais, municipais e setoriais do SIEC (Lei 17.449/2018), para assegurar a integração, funcionalidade e racionalidade do Sistema e a coerência das políticas públicas de cultura implementadas no âmbito do SIEC. Iniciou o trabalho em  formato de uma Mesa Redonda organizado pela APRODANÇA, Setorial Dança Catarina e Conselho Estadual de Cultura. Com a mediação do Conselheiro Maxwell Sandeer Flor, e participação da Professora do Curso de Educação Física Francine Costa e representando ASDC – Associação Dança Criciúma André Tavares. Foi debatido nesta Mesa, questões sobre a formação do profissional de dança em Santa Catarina, abordando questões acadêmicas, e de espaços de formação não informal de dança. Ao encerrar a Mesa, houve rito de entrega e Menção de Aplauso  ao Presidente da APRODANÇA, Maxwell Sandeer Flor, com proposição do Vereador Júlio Kamisnki. Na sequência foi realizado o encontro Minha Última Dança e o 3º Encontro Pioneiros das Danças Urbanas de Criciúma, mediado pela Paula Gregório Gonçalves e participaram da Mesa: Maxwell Sandeer Flor, Manoel Antônio Flor Júnior, Marlon Flor, Daniel Lopes, Rangel Colle, Maykon Silveira Rosa (M  - 12) e Luciano Tereza (Borel). O encontro ficou marcado pelos depoimentos dos dançarinos urbanos que relataram acontecimentos, fatos e memórias do Grupo The Laws e do Grupo União dança de Rua da Unesc. No final do Fórum ficou deliberado na realização anual do “Encontro Pioneiro das Danças Urbanas de Criciúma”. Eu Andressa Borges Gomes Flor, encerro está ata que por mim foi lavrada, compartilhada e aprovada entre os presentes da segunda edição do Fórum Regional Dança Sul Santa Catarina.



Prestação de Contas do 2º Dança Criciúma e 8º Festival Criciumense de Hip Hop


ASDC - Associação Dança Criciúma e IHHC Instituto Hip Hop Criciumense, vem por meio deste publicar Prestação de Contas do 2º Dança Criciúma e do 8º Festival Criciumense de Hip Hop, realizado no período de 05 a 08 de setembro de 2019. Segue abaixo as especificidades das receitas, despesas e permuta gerida pelo evento cultural: 

Receita – R$ 12.565,00

Criciúma Shopping – R$ 3.800,00
Inscrições Dança Criciúma – R$ 5.200,00
Inscrições Batalha de Rima – R$ 195,00
Inscrições Batalha de Breaking – R$ 570,00
UNESC – R$ 2.000,00
Colisão Hip Hop – R$ 800,00

Despesas – R$ 11.420,00

Cachê Equipe Técnica – R$ 1.250,00
Premiação Dança Criciúma – R$ 1.000,00
Premiação Batalha de Breaking – R$ 1.000,00
Premiação Batalha de Rima Interestadual – R$ 500,00
Premiação Batalha de Rima Estadual – R$ 500,00
Sonorização Show Casa do Hip Hop – R$ 300,00
Oficineiros (cachê + transporte + alimentação) – R$ 500,00
Avaliadores (cachê + transporte + alimentação) – R$ 700,00
Jurados Breaking (cachê + transporte + alimentação) – R$ 920,00
Jurados Rima (cachê + transporte + alimentação) – R$ 700,00
Impulsionamento nas Redes Sociais – R$ 500,00
Fita de Linóleo – R$ 250,00
Nota Fiscal Criciúma Shopping – R$ 70,00
Medalhas Dança Criciúma – R$ 500,00
Troféus – R$ 150,00
DJs (Hood + Andrius + Ariel) – R$ 700,00
Impressos (declaração) – R$ 30,00
Manutenção (Palco Casa do Hip Hop) – R$ 250,00
Cachê Show MC Casa do Hip Hop – R$ 600,00
Transferência para conta ASDC (cheque telhas CHH) – R$ 1.000,00

Recurso disponível em caixa: R$ 1.145,00

Permuta – R$ 21.000,00
Patrocinadores do FCHH (Kit de 05 Lojas) – R$ 5.000,00
Criciúma Shopping (Estrutura + Impressos + Fotografia + Assessoria Imprensa) – R$ 16.000,00

Total de Captação de Recursos - R$ 33.565,00

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Andressa Borges Gomes Flor - Tesoureira ASDC



terça-feira, 1 de outubro de 2019

ASDC entrega troféu e medalhas, ao Instituto de Educação Especial Diomício Freitas

Na manhã de hoje (01/10) a ASDC - Associação Dança Criciúma, pelas mãos do presidente Maxwell Sandeer Flor e do Educador Social e Membro da ASDC, André Tavares, os alunos do Instituto de Educação Especial Diomício Freitas, que participaram do 2º Festival Dança Criciúma, Professores e Direção, receberam medalhas e o Troféu de "Convidado Especial" pelo segundo ano consecutivo, participando do Festival, e incentivados pelo coreógrafo André Tavares, apresentaram uma performance de Breaking. 

Para Maxwell "É uma grande honra receber os alunos do Instituto, no Festival Dança Criciúma, a platéia vibrou com a apresentação de todos, foi muito emocionante. Parabenizo André Tavares, Professores e Direção, por todo carinho e incentivo aos alunos".

E segundo o André "Os alunos que participam das aulas, estão melhorando a cada movimento e tenho muito orgulho de ser Educador Social. Agradeço também ao Instituto pelo acolhimento e oportunidade, de aprender e ensinar com os alunos".


Segue os registros:


Alunos que receberam as Medalhas



Recebendo a  Medalha das mãos do Educador Social André Tavares



Recebendo a  Medalha das mãos do Presidente da ASDC - Maxwell Sandeer Flor 




Direção do Instituto de Educação Especial Diomício Freitas



Vivência com Presidente da ASDC - Maxwell Sandeer Flor 



Colaboração: Andressa Gomes Flor
Tesoureira ASDC

domingo, 15 de setembro de 2019

NOTA DE APOIO E SOLIDARIEDADE AO GRUPO ET. OP

Associação Dança Criciúma e a Setorial Dança Criciúma vem tornar público nosso apoio e solidariedade do Grupo Artístico e Cultural Afro-Brasileiro Et. Op pelo ocorrido na 31º Festas das Etnias. Destacamos ainda que os 02 (dois) palcos do evento tiveram as seguintes características: (01) tamanho insuficiente para danças populares; (02) fundo de palco irregular, prejudicando registros fotográficos; (03) chão do palco com carpe e fixado com grampos; (04) palco sem coxias e iluminação insuficiente para dança; e (05) problemas com sonorização e na programação cultural.  

Considerando a falta de organização da Festa das Etnias que causou desconforto ao Grupo Artístico e Cultural Afro-Brasileiro Et. Op registramos nosso apoio a Nota à Imprensa de Criciúma e Região publicada hoje (15/09/2019). 

Segue abaixo Nota à Imprensa de Criciúma e Região

O Grupo Artístico e Cultural Afro-Brasileiro Et. Op é um grupo composto por 3 núcleos: dança, instrumentalização e coro afro-brasileiro e tem como integrantes crianças, adultos e idosos negros e negras da cidade de Criciúma-SC. Fundado em 2018 realizou espetáculos gratuitos em escolas públicas, espaços públicos e na 30ª Festa das Etnias. Além disso no ano de 2018 o Grupo recebeu Menção honrosa na categoria sênior com a coreografia “Entre o Meu, o Teu e o Nosso, Coisa de Negro” na 19ª Edição do Festival de Dança da UNESC.

Em 2019 o Grupo Artístico e Cultural Afro-Brasileiro Et. Op realizou um estudo e uma pesquisa profunda sobre a invisibilidade do negro na História. O grupo construiu figurino, letra da música, coreografia, percussão para o espetáculo intitulado “Presença e invisibilidade do negro no Sul Catarinense”. Os ensaios aconteceram semanalmente na sede da Sociedade Recreativa União Operária e o figurino foi financiado pela Etnia Negra, o corpo de dança, a coreógrafa, os músicos e as cantoras são voluntários.
Nossa primeira apresentação em 2019 estava agendada para 13 de setembro de 2019 durante a 31ª Festa das Etnias, para as 22h20 conforme a programação oficial do evento. As duas primeiras situações constrangedoras que o Grupo sofreu já constam na programação quando o nome do Grupo foi escrito de forma errada (Etiópia), sem possibilidade de correção, e quando o Grupo foi comunicado que a apresentação seria as 21hs e na programação oficial constava 22h20. Este ano o evento foi organizado pela empresa Duda Produções, mas com financiamento de dinheiro público portanto tendo a Fundação Cultural de Criciúma como co-responsável.

No dia da apresentação o Grupo se reuniu na Sociedade Recreativa União Operárias as 18hs para um último ensaio e organização de figurino e maquiagem. As 21hs fez seu deslocamento do Clube até a sede do Pavilhão Ijair Conti, local da 31ª Festa das Etnias. O grupo permaneceu no camarim da Etnia Negra e às 22h20 percebeu que sofreria com algum atraso das atividades do palco. Permanecemos nos fundos do palco, quando por volta da meia noite o apresentador da Festa, comunicou que colocariam outro show antes da apresentação do Grupo, e assim o Grupo se apresentaria por volta das 2 horas da manhã, ou poderia reagendar a apresentação para o dia seguinte. 

Após forte discussão nos bastidores, o Grupo foi contra a decisão unilateral e subiu ao palco à meia noite e meia como forma de protesto, os integrantes do Grupo já estavam revoltados com a situação e decidiram explicar ao público presente o que havia acontecido. Pois depois de 2 horas de atraso, após o encerramento da apresentação do grupo folclórico chileno, houve grande esvaziamento de público. Após a fala de protesto, o Grupo iniciou a organização do som para que a percussão pudesse iniciar o espetáculo. Houve demora substancial e quando o Grupo novamente se posicionou publicamente diante da inoperância da mesa de áudio, os microfones foram cortados. E então o Grupo se retirou do palco cancelando a apresentação.

Percebemos que em todos os momentos o apresentador falou de todos os grupos que apresentariam na seqüência. O Grupo Et Op não foi citado com o objetivo de manifestar que ao término do grupo chileno a festa não acabaria. Consideramos que colocar um grupo internacional para apresentar antes de um grupo local é um desrespeito com a cultura da cidade. 

Após o cancelamento da apresentação do Grupo o público que ainda estava presente se inflamou, e diante de todos os fatos expostos consideramos que a abordagem à apresentação deste Grupo especificamente foi racista.

No dia seguinte, a entidade Anarquistas Contra o Racismo (ACR) e Entidade Negra Bastiana (ENEB) mobilizaram algumas pessoas para que pudéssemos publicamente nos manifestar. Construímos uma nota de repúdio que foi entregue as pessoas que estavam em frente ao palco de apresentações e no intervalo das apresentações, por volta das 20h30, os posicionamos em frente ao palco com camisetas de protestos e fizemos um coro com as pessoas presentes: CHEGA DE RACISMO.

Diante do exposto, entidades no movimento negro estão mobilizadas para que judicialmente possam ser tomadas medidas cabíveis. Além disso mobilizamos entidades da cidade, do Estado e do Brasil tornando público os acontecimentos e politizando esta situação. Visto que historicamente a negritude de Criciúma tem sofrido com o racismo, na forma de invisibilidade de sua presença, de sua cultura, de sua arte e de sua contribuição para a formação socioeconômica da cidade de Criciúma.


Após as manifestações aguardamos do poder público local manifestação sobre o acontecido.