segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Encontro com Afrika Bambaataa no Esteio/RS

Ontem (11/11) ASDC - Associação Dança Criciúma e o IHHC - Instituto Criciumense de Hip Hop esteve presente no evento Um Ano Casa do Hip Hop do Esteio. Maxwell Sandeer Flor e Frank dos Passos tiveram oportunidade de conhecer pessoalmente  o Afrika Bambaataa, conhecido como o Pai do Hip Hop. 

Registro: Andressa Borges Flor

No momento podemos conversar com o Rafael Diogo dos Santos (Rafa do Rafuagi) que é um dos gestores da casa, onde destacou que durante a tarde de domingo estava previsto apresentações com Thaide, Da Guedes, Rafuagi e claro Afrika Bambaataa. 

Segundo Frank dos Passos, Presidente do IHHC "Estar na Casa do Hip Hop do Esteio e conhecer suas ações em prol ao protagonismo juvenil é fundamental para trazer ideias para Criciúma. Estamos faz alguns anos também fundar a Casa do Hip Hop em Criciúma, mas ainda não conseguimos um lugar", pontua.  

Registro: Andressa Borges Flor

Registro: Casa da Cultura Hip Hop de Esteio

Visita Técnica 

De acordo com Rafa, desde março de 2018, o local oferecerá, gratuitamente, oficinas de dança, teatro, cinema, grafite e para DJ, além de disponibilizar inscrições para o uso de um estúdio que também foi construído na casa. 

Para Maxwell Sandeer Flor, Presidente da ASDC "Conhecer a colaboradora da Casa do Hip Hop do Esteio, a senhora Flora Pigatto Acadorli, 78 anos - Dona Flora -, proprietária do imóvel, que assinou um plano de comodato com a associação, foi um momento muito especial. São pessoas assim que fazem a diferença na sociedade", finaliza. 

Registro: Andressa Borges Flor

Saiba mais sobre Afrika Bambaataa

Pseudônimo de Lance Taylor (1957), um cantor, compositor, produtor musical e DJ estadunidense conhecido por ser líder da banda Zulu Nation. Além de ter inovado os paradigmas do electro, também é reconhecido como sendo o padrinho ou pai do Hip Hop por ter sido o primeiro a utilizar o termo e dar as bases técnica e artística para o "Hip Hop" formando assim uma nova cultura que se expandia nos bairros negros e latinos da cidade de Nova Iorque e que congregava DJs, MCs, Writers (grafiteiros), B.boys e B.Girls (dançarinos de Breaking).

Colaboração:

Andressa Borges Gomes Flor - Tesoureira e Comunicadora Digital da ASDC

Nenhum comentário:

Postar um comentário